12/08/15

Esqueça o rosé… A nova moda é o vinho laranja!


Se gosta da textura acentuada do vinho tinto e da frescura do vinho branco, chegou o vinho laranja: o melhor dos dois mundos que já está a fazer sucesso este verão.

Tem textura como o vinho tinto e é refrescante como o vinho branco. O vinho cor de laranja – também conhecido como o anti-rosé –, junta o melhor dos dois mundos… e é a nova moda deste verão.
A tonalidade pode variar de um alaranjado mais suave até a um tom de cobre profundo, mas o sabor nada tem a ver com laranjas: o aroma é semelhante ao das nectarinas (como os pêssegos ou alperces). É feito com as mesmas uvas usadas na produção de vinho branco, mas com uma diferença substancial: no vinho branco as cascas são removidas durante o processo de fermentação, e no vinho laranja estas são mantidas. O resultado? Um vinho com uma textura pronunciada, mas suave e refrescante – ideal para uma tarde de calor depois da praia.
Os vinhos laranja são também conhecidos como vinhos “de contacto” – já que a pele das uvas entra em contacto com as bagas, durante a produção. Mas há também quem os trate por “anti-rosé”, isto, porque a sua produção é “inversa” à destes vinhos. No rosé são utilizadas uvas vermelhas e as cascas são removidas logo no início da produção; e no vinho laranja são usadas uvas brancas com pele, que conferem à bebida uma textura mais densa.
A sua popularidade tem vindo a crescer, sobretudo entre os amantes de vinho mais aventureiros. “Tem sido uma loucura”, afirma Justin Cherano, consultor do novo bar de vinhos de Brooklyn, Four Horsemen, em Nova Iorque. “Nós não somos certamente ‘um bar de vinho laranja’, mas é impressionante quando se entra ver quantas pessoas escolheram este vinho para beber”, conta segundo a Quartz.
Ao início, começou por introduzir na ementa poucos vinhos deste tipo, mas desde a abertura (recente) do bar, já introduziu mais de 30 vinhos laranja diferentes, vindos de todo o mundo: Sicília, Eslovénia, Áustria, Croácia e Geórgia. “Diria que estamos a [vender] cerca de um vinho laranja por cada rosé”, afirmou, “estou completamente chocado”.
Data: 10/08/2015
Fonte: http://observador.pt/2015/08/10/esqueca-rose-nova-moda-vinho-laranja/

Afinal, quais são as gorduras mais saudáveis para cozinhar?


No que toca a gorduras e óleos, temos dezenas de opções disponíveis e pode não ser fácil saber qual delas será a ‘mais saudável’. Além disso, existe muito debate sobre os benefícios e danos que o consumo das diferentes gorduras pode provocar.
Na sua série ‘Trust Me, I'm a Doctor’ a BBC falou com um especialista que revela quais as gorduras mais saudáveis para cozinhar.
Depois de uma experiência, o professor Martin Grootveld e a sua equipa revelam que o melhor óleo para fritar e cozinhar é o azeite. Porque esta gordura gera menos compostos tóxicos e porque os compostos que produz representam “menos malefícios para o corpo humano”.
O seu estudo sugere ainda que para cozinhar ou fritar, e contrariamente à crença comum, a manteiga ou a banha animal são mais indicadas do que os óleos de girassol e de milho. Isto porque estes óleos produzem mais aldeídos, substância relacionado com o aumento de risco de doenças cardíacas e de cancro.
O professor Martin Grootveld explica que é essencial que se evite comer fritos, especialmente aqueles feitos em temperaturas muito elevadas.
Deve ainda manter o óleo guardado sempre longe da luz e não deve reutilizá-lo, já que assim acumula mais substâncias que fazem mal à saúde.


11/08/15

Delícia de melão c/ gelado e hortelã-banana!

Ficou assim!

Nem sempre os melões que compramos são macios e doces como esperamos. A receita de hoje poderá ser uma maneira deliciosa de aproveitar e valorizar os melões que nos saem apepinados…

Ingredientes para 4 pessoas:
.4 fatias de melão sem casca cortada em lamelas finas
.sumo de uma laranja média
.2 colheres de sopa de açúcar moscavado (ou outro de que goste)
.1 colher de sopa de canela em pó
.gelado da sua preferência (usei sorvete de tangerina)
.hortelã-banana (ou outra que tenha à mão)
Nota: Saiba mais sobre a hortelã-banana AQUI.

Preparação:
1. Num tacho antiaderente, junte o açúcar ao melão e deixe levantar fervura.
2. Junte o sumo de laranja e polvilhe com a canela e deixe ferver durante 30 minutos em lume (fogo) baixo, mexendo de vez em quando.
3. Deixe arrefecer e sirva com o gelado e a hortelã picada.

Bom apetite!

ChefAntónio

10/08/15

Americanos a provar comida portuguesa...


Veja no vídeo como reagem três jovens casais americanos quando degustam algumas deliciosas especialidades culinárias portuguesas: francesinha (iguaria típica do Porto), salada de sardinhas em conserva (prato rápido e simples), bacalhau à Brás (presente nas ementas de norte a sul de Portugal) e, como sobremesa, malassadas (uma espécie de bolas de Berlim espalmadas e sem recheio).

Abraço e boa gastronomia tradicional portuguesa!

ChefAntónio

08/08/15

Dinamarca: em breve, agricultura 100% biológica!


A Dinamarca prepara-se para ter uma agricultura totalmente sustentável. Este é um dos projetos que o atual governo tem intenção de por em prática a de transformar a agricultura dinamarquesa em 100% orgânica.

A primeira meta, a ser alcançada até 2020 é a de se duplicar a quantidade atual de terra cultivada organicamente. Atualmente, a Dinamarca já é o país com maior desenvolvimento e amplitude do comércio de produtos orgânicos. E em 2015 pretende investir mais de 35 milhões de euros para ampliar a agricultura biológica.
A agricultura biológica na Dinamarca está à frente de seu tempo. São já quase 25 anos de existência e aplicação de leis sérias de proteção à natureza, às águas, ao uso de defensivos e outros produtos agrícolas, sendo que 97% da população conhece o seu significado e importância. É um verdadeiro recorde, assim como o fato de que a despesa total de alimentos do país é composta por 8% apenas de produtos certificados. E desde 2007, a exportação de produtos orgânicos na Dinamarca aumentou em 200%.
Com essa ótica, a Dinamarca hoje se propõe trabalhar em duas frentes diferentes: uma delas visa aumentar a quantidade de terras agrícolas que usem agricultura biológica e o outro, estimular uma maior demanda para os produtos de origem comprovadamente orgânica e sustentável.
Assim, serão privilegiados os produtores que quiserem investir na conversão de suas terras, da agricultura convencional para a orgânica e biodinâmica e os projetos que visem o desenvolvimento de novas tecnologias para a promoção da sustentabilidade no campo.
Neste contexto já está em marcha, nas prefeituras locais, a ocupação de áreas antes baldias, com produção de hortaliças sazonais, de forma orgânica.
Como primeiro objetivo, o país pretende oferecer às escolas, cantinas e hospitais, até um 60% de alimentos de origem orgânica. Atualmente essas instituições públicas nacionais servem 800 mil refeições por dia. A mesma política, de servir só refeições de origem orgânica, já está sendo ampliada para os ministérios dinamarqueses em suas cantinas.
Na educação já está sendo prevista uma reforma do sistema atual para incluir cursos de nutrição, alimentação saudável e agricultura natural.
Em suma, o país inteiro, com todas suas instituições, marcha junto para transformar-se em uma região livre de agrotóxicos, onde a alimentação saudável é assunto de estado.Um bom exemplo, desde que a realidade no campo não seja “apagada” pela propaganda enganosa da indústria alimentícia.



07/08/15

Como saber se uma alface é mesmo biológica?


Segundo a Associação Portuguesa de Agricultura Biológica (AQUI), “a Agricultura Biológica é um modo de produção que visa produzir alimentos e fibras têxteis de elevada qualidade, saudáveis, ao mesmo tempo que promove práticas sustentáveis e de impacto positivo no ecossistema agrícola. (…)
Em Agricultura Biológica, não se recorre à aplicação de pesticidas nem adubos químicos de síntese, nem ao uso de organismos geneticamente modificados. Desta forma, garante-se o direito à escolha do consumidor e é salvaguardada a saúde do consumidor, ao evitar resíduos químicos nos alimentos.”
Dito isto, como saber, por exemplo, se uma alface cresceu em modo biológico?
Eis um método muito simples: a análise da água em que foi lavada. Quantos mais organismos lá estiverem, maior é a garantia de que não houve aplicação de produtos tóxicos. Como pode ver na imagem, a alface consumida cá em casa hoje ao almoço, mais do que um simples vegetal, era uma verdadeiro ecossistema.

Abraço com muita biodiversidade para todos!

ChefAntónio

06/08/15

15 regras de ouro para uma alimentação saudável!


Adote comportamentos alimentares que protegem o organismo

Adotar uma alimentação saudável não é sinónimo de pratos sem sabor ou de refeições rotineiras. A variedade é uma regra a seguir quando se fala de hábitos alimentares sãos, pois só assim terá acesso a todos os nutrientes que necessita.
Lembre-se que uma alimentação equilibrada deve ser constituída maioritariamente por hidratos de carbono (até 65% do total de calorias ingeridas) e por quantidades menores de gordura e proteínas (cada uma não deve ultrapassar os 35% do total calórico diário).
Posto isto, conheça as 15 regras alimentares que o tornarão mais saudável:
1. Coma, no mínimo, cinco refeições por dia. Ficar muitas horas sem comer costuma dar mau resultado. Se estiver muito tempo em jejum, na refeição seguinte irá comer mais e terá tendência para selecionar alimentos menos saudáveis.
2. Comece bem o dia com um bom pequeno-almoço. É a refeição principal pois quebra longas horas de jejum e fornercer-lhe-á energia para todo o dia.
3. Quantidade não é sinónimo de qualidade. Reduza o tamanho das porções ingeridas, pois comer em demasia origina a obesidade e esta traz consigo variadíssimas doenças.
4. Dê preferência aos vegetais e à fruta. São ricos em nutrientes essenciais para o organismo, como as fibras, vitaminas e minerais, e não fornecem muitas calorias, visto serem pobres em gordura e em açúcar. Recomenda-se a ingestão de três a cinco porções por dia.
5. Coma sopa antes do prato principal. Geralmente, a sua base são os legumes e é pobre em gordura.
6. Prefira as gorduras insaturadas, como o azeite e as que estão presentes no peixe e nos frutos secos, uma vez que estas têm propriedades anti-inflamatórias e antioxidantes.
Por sua vez, as gorduras saturadas, que existem sobretudo nos enchidos e na carne vermelha, estão relacionadas com o desenvolvimento de doenças cardiovasculares e também de alguns tipos de cancro.
Também muito prejudiciais para a saúde são as gorduras vegetais hidrogenadas ou trans, presentes nas margarinas, nas bolachas e nos fritos.
7. Escolha laticínios magros em vez de gordos ou meio gordos, reduzindo assim a ingestão de gorduras e ingerindo a mesma quantidade de cálcio.
8. Opte pelas carnes brancas. O peru e o frango têm menor teor de gordura que as carnes vermelhas, como a de vaca. Quando estiver a comer retire qualquer gordura que esteja visível.
9. Ingira peixe branco e azul. São ricos em ácidos gordos essenciais (ómega 3), que diminuem os níveis elevados de colesterol e são fundamentais ao bom funcionamento do cérebro. O salmão, a sardinha e o atum são uma excelente alternativa.
10. Evite os fritos, que são muito ricos em gordura. Cozinhar de forma saudável é fácil, para isso basta que aposte em alimentos cozidos, grelhados ou assados no forno ou então cozinhados a vapor ou escalfados. Nenhuma destas formas de cozinhar necessita de adição de gordura na sua confeção.
11. Opte pelos cereais integrais. O pão, massa, arroz e cereais têm mais fibra. Esta faz com que sejam digeridos de forma lenta pelo organismo e induz a saciedade.
12. Substitua as bebidas gaseificadas e bebidas alcoólicas pela água, sumos naturais ou chá, mas sempre sem adicionar açúcar. Assim, ingere menos calorias.
Lembre-se que o açúcar, nutriente no qual são ricas as bebidas com gás e os doces, provoca picos altos de glicemia e o aumento de secreção de insulina e transforma-se rapidamente em gordura no organismo.
13. Reduza a quantidade de sal que usa para temperar a comida e evite refeições pré-cozinhadas, muito ricas em sódio e, também, em gordura. A OMS recomenda que não se ingira mais de 5 g por dia.
O sal está associado à hipertensão e, consequentemente, às doenças cardiovasculares, para além de provocar a retenção de líquidos, pelo que o seu consumo deve ser moderado.
14. Planeie as suas refeições atempadamente, sempre que possível. Pode, por exemplo, fazer menus semanais, assim não terá a tentação de comer alimentos pré-cozinhados, geralmente pouco saudáveis.
15. Mastigue lentamente todos os alimentos. Assim, melhora o processo digestivo e dá tempo ao cérebro de receber a informação de saciedade. Em média, este processo demora 20 minutos desde o início da refeição.
Fonte: