14/08/15

Talheres pesados tornam refeições mais saborosas?


Uma recente investigação da Universidade de Oxford revela que, afinal, os talheres podem ditar o sucesso de uma refeição.

Para uma refeição saborosa não contam apenas os alimentos escolhidos e o modo de confeção. Os talheres podem mesmo ditar o sucesso e o nível de satisfação.
Esta é a conclusão de um recente estudo da Universidade de Oxford que indica que os talheres pesados são os que deixam as pessoas mais agradadas com o que comeram.
Para a investigação, conta a Time, foram usados 130 clientes de um restaurante em Edimburgo, na Escócia. A todos foi dada a mesma refeição, composta por trufa, puré de batata, alcaparras, espinafres e manteiga castanha, contudo, a metade dos participantes foram colocados na mesa talheres três vezes mais pesados do que o dos outros inquiridos.
Depois de terminarem a refeição, os participantes foram convidados a responder um inquérito e aqueles que comeram com os talheres mais pesados mostraram-se 10% mais satisfeitos e disponíveis a pagar mais 15% pela refeição que fizeram.
Charles Michel, mentor do estudo, diz que os talheres pesados acrescentam mais “consistência” à comida, mas que as pessoas não têm consciência disso.


Os utensílios de cozinha também têm data de validade!

Na cozinha, não são apenas os alimentos que têm prazos de validade. Os utensílios também.

Não é preciso ficarem estragados ou partidos para terem que ser trocados. Os utensílios de cozinha também têm prazos de validade e o site Pure Wow releva quais e quando devem ser trocados.
As colheres de pau, por exemplo, devem ser trocadas no máximo a cada cinco anos ou quando começarem a surgir fissuras ou manchas que já não saem com lavagens.
Já os ‘salazares’ – ou espátulas de borracha – devem ser trocadas passados dois anos de uso ou quando a bolacha tiver sinais de queimadura ou estão derretidos. E também as facas têm um determinado tempo de vida: assim que surgem os primeiros sinais de ferrugem ou já não são afiáveis, está na hora de trocar. Em média, duram dois anos.
Diz o site Pure Wow que as panelas e frigideiras antiaderentes devem ser mudadas a cada dois ou três anos, dependendo do eu estado. Assim que começarem a perder o seu ‘poder’ antiaderente, devem ser mudadas.
E as tábuas de plástico, onde se cortam os alimentos, não devem durar mais do que três anos, uma vez que as profundas marcas dos cortes podem ser um abrigo para micróbios e bactérias. A salmonela é um risco.


12/08/15

Esqueça o rosé… A nova moda é o vinho laranja!


Se gosta da textura acentuada do vinho tinto e da frescura do vinho branco, chegou o vinho laranja: o melhor dos dois mundos que já está a fazer sucesso este verão.

Tem textura como o vinho tinto e é refrescante como o vinho branco. O vinho cor de laranja – também conhecido como o anti-rosé –, junta o melhor dos dois mundos… e é a nova moda deste verão.
A tonalidade pode variar de um alaranjado mais suave até a um tom de cobre profundo, mas o sabor nada tem a ver com laranjas: o aroma é semelhante ao das nectarinas (como os pêssegos ou alperces). É feito com as mesmas uvas usadas na produção de vinho branco, mas com uma diferença substancial: no vinho branco as cascas são removidas durante o processo de fermentação, e no vinho laranja estas são mantidas. O resultado? Um vinho com uma textura pronunciada, mas suave e refrescante – ideal para uma tarde de calor depois da praia.
Os vinhos laranja são também conhecidos como vinhos “de contacto” – já que a pele das uvas entra em contacto com as bagas, durante a produção. Mas há também quem os trate por “anti-rosé”, isto, porque a sua produção é “inversa” à destes vinhos. No rosé são utilizadas uvas vermelhas e as cascas são removidas logo no início da produção; e no vinho laranja são usadas uvas brancas com pele, que conferem à bebida uma textura mais densa.
A sua popularidade tem vindo a crescer, sobretudo entre os amantes de vinho mais aventureiros. “Tem sido uma loucura”, afirma Justin Cherano, consultor do novo bar de vinhos de Brooklyn, Four Horsemen, em Nova Iorque. “Nós não somos certamente ‘um bar de vinho laranja’, mas é impressionante quando se entra ver quantas pessoas escolheram este vinho para beber”, conta segundo a Quartz.
Ao início, começou por introduzir na ementa poucos vinhos deste tipo, mas desde a abertura (recente) do bar, já introduziu mais de 30 vinhos laranja diferentes, vindos de todo o mundo: Sicília, Eslovénia, Áustria, Croácia e Geórgia. “Diria que estamos a [vender] cerca de um vinho laranja por cada rosé”, afirmou, “estou completamente chocado”.
Data: 10/08/2015
Fonte: http://observador.pt/2015/08/10/esqueca-rose-nova-moda-vinho-laranja/

Afinal, quais são as gorduras mais saudáveis para cozinhar?


No que toca a gorduras e óleos, temos dezenas de opções disponíveis e pode não ser fácil saber qual delas será a ‘mais saudável’. Além disso, existe muito debate sobre os benefícios e danos que o consumo das diferentes gorduras pode provocar.
Na sua série ‘Trust Me, I'm a Doctor’ a BBC falou com um especialista que revela quais as gorduras mais saudáveis para cozinhar.
Depois de uma experiência, o professor Martin Grootveld e a sua equipa revelam que o melhor óleo para fritar e cozinhar é o azeite. Porque esta gordura gera menos compostos tóxicos e porque os compostos que produz representam “menos malefícios para o corpo humano”.
O seu estudo sugere ainda que para cozinhar ou fritar, e contrariamente à crença comum, a manteiga ou a banha animal são mais indicadas do que os óleos de girassol e de milho. Isto porque estes óleos produzem mais aldeídos, substância relacionado com o aumento de risco de doenças cardíacas e de cancro.
O professor Martin Grootveld explica que é essencial que se evite comer fritos, especialmente aqueles feitos em temperaturas muito elevadas.
Deve ainda manter o óleo guardado sempre longe da luz e não deve reutilizá-lo, já que assim acumula mais substâncias que fazem mal à saúde.


11/08/15

Delícia de melão c/ gelado e hortelã-banana!

Ficou assim!

Nem sempre os melões que compramos são macios e doces como esperamos. A receita de hoje poderá ser uma maneira deliciosa de aproveitar e valorizar os melões que nos saem apepinados…

Ingredientes para 4 pessoas:
.4 fatias de melão sem casca cortada em lamelas finas
.sumo de uma laranja média
.2 colheres de sopa de açúcar moscavado (ou outro de que goste)
.1 colher de sopa de canela em pó
.gelado da sua preferência (usei sorvete de tangerina)
.hortelã-banana (ou outra que tenha à mão)
Nota: Saiba mais sobre a hortelã-banana AQUI.

Preparação:
1. Num tacho antiaderente, junte o açúcar ao melão e deixe levantar fervura.
2. Junte o sumo de laranja e polvilhe com a canela e deixe ferver durante 30 minutos em lume (fogo) baixo, mexendo de vez em quando.
3. Deixe arrefecer e sirva com o gelado e a hortelã picada.

Bom apetite!

ChefAntónio

10/08/15

Americanos a provar comida portuguesa...


Veja no vídeo como reagem três jovens casais americanos quando degustam algumas deliciosas especialidades culinárias portuguesas: francesinha (iguaria típica do Porto), salada de sardinhas em conserva (prato rápido e simples), bacalhau à Brás (presente nas ementas de norte a sul de Portugal) e, como sobremesa, malassadas (uma espécie de bolas de Berlim espalmadas e sem recheio).

Abraço e boa gastronomia tradicional portuguesa!

ChefAntónio

08/08/15

Dinamarca: em breve, agricultura 100% biológica!


A Dinamarca prepara-se para ter uma agricultura totalmente sustentável. Este é um dos projetos que o atual governo tem intenção de por em prática a de transformar a agricultura dinamarquesa em 100% orgânica.

A primeira meta, a ser alcançada até 2020 é a de se duplicar a quantidade atual de terra cultivada organicamente. Atualmente, a Dinamarca já é o país com maior desenvolvimento e amplitude do comércio de produtos orgânicos. E em 2015 pretende investir mais de 35 milhões de euros para ampliar a agricultura biológica.
A agricultura biológica na Dinamarca está à frente de seu tempo. São já quase 25 anos de existência e aplicação de leis sérias de proteção à natureza, às águas, ao uso de defensivos e outros produtos agrícolas, sendo que 97% da população conhece o seu significado e importância. É um verdadeiro recorde, assim como o fato de que a despesa total de alimentos do país é composta por 8% apenas de produtos certificados. E desde 2007, a exportação de produtos orgânicos na Dinamarca aumentou em 200%.
Com essa ótica, a Dinamarca hoje se propõe trabalhar em duas frentes diferentes: uma delas visa aumentar a quantidade de terras agrícolas que usem agricultura biológica e o outro, estimular uma maior demanda para os produtos de origem comprovadamente orgânica e sustentável.
Assim, serão privilegiados os produtores que quiserem investir na conversão de suas terras, da agricultura convencional para a orgânica e biodinâmica e os projetos que visem o desenvolvimento de novas tecnologias para a promoção da sustentabilidade no campo.
Neste contexto já está em marcha, nas prefeituras locais, a ocupação de áreas antes baldias, com produção de hortaliças sazonais, de forma orgânica.
Como primeiro objetivo, o país pretende oferecer às escolas, cantinas e hospitais, até um 60% de alimentos de origem orgânica. Atualmente essas instituições públicas nacionais servem 800 mil refeições por dia. A mesma política, de servir só refeições de origem orgânica, já está sendo ampliada para os ministérios dinamarqueses em suas cantinas.
Na educação já está sendo prevista uma reforma do sistema atual para incluir cursos de nutrição, alimentação saudável e agricultura natural.
Em suma, o país inteiro, com todas suas instituições, marcha junto para transformar-se em uma região livre de agrotóxicos, onde a alimentação saudável é assunto de estado.Um bom exemplo, desde que a realidade no campo não seja “apagada” pela propaganda enganosa da indústria alimentícia.