29/12/14

Espumantes para a passagem de ano!


Agora que 2015 já espreita atrás da cortina do tempo, pronto a entrar no palco das nossas vidas, é o momento de pensar no espumoso néctar digno do brinde ao festivo acontecimento.
Veja as sugestões de José António Salvador, especialista da VISÃO Sete.

 Ao longo deste ano de 2014 fomos apresentando nesta "prateleira semanal" espumantes de diferentes origens: Douro, Vinhos Verdes, Bairrada e Távora-Varosa, onde poderão encontrar soluções diversas para estes tempos festivos. Trago-vos hoje novas colheitas, apreciadas propositadamente para a próxima passagem do ano.

Começo pela Região dos Vinhos Verdes, onde João Cerdeira afinou na sua Quinta do Soalheiro, em Melgaço, o:
Soalheiro Bruto Rosé 2011 *****  €13 - A casta tinta Alvarelhão, típica desta região nortenha, é maioritária no lote do vinho base, a que se associaram a Touriga Nacional e o Vinhão, esta também característica dos vinhedos minhotos. De cor de salmão, com 12,5 % vol. álcool, espuma fina e constante surge muito rico aromaticamente e com prolongada frescura de sabores e a denominação de origem Vinho Verde.
E de Melgaço dou um salto a Lamego, até às Caves da Raposeira, onde fomos surpreendidos por um excelente Raposeira varietal ... pouco conhecido entre nós: 
Raposeira Peerless Bruto 2008 *****  €7- Um belo espumante exclusivamente produzido com uvas da casta Pinot Blanc. Delicado, com espuma sedosa e persistente. Delicioso com 13% vol. álcool.
Na Raposeira não se produzem espumantes com denominação de origem, o que não obsta à sua reconhecida qualidade desde que Orlando Lourenço assumiu os destinos da empresa, beneficiando da sua larga experiência à frente das Caves da Murganheira, a escassos quilómetros de Lamego, no vale do Varosa, próximo da ponte-fortaleza de Ucanha.
Os espumantes Murganheira surgem sob a denominação de origem Távora-Varosa e com um grau alcoólico que oscila entre os 13% e os 13,5 por cento. Beneficiam de longo envelhecimento em caves de granito com uma humidade constante adequada ao seu correto afinamento durante a segunda fermentação em garrafa.
Murganheira Chardonnay Bruto 2007 ***** €18,45 - Um excelente e grande Chardonnay, ao nível da colheita anterior também ela excecional.
Murganheira Millésime Espumante Bruto 2007 ****/****** €18,45 - O deus Baco do rótulo de José Rodrigues abençoou este espumante, simbiose perfeita do Chardonnay e Pinot Noir, tal como sucedeu na colheita anterior aqui referenciada em 2013.


Abraço.

AP

28/12/14

Abacaxi assado c/ molho de framboesas!

Ficou assim!

Com 2015 prestes a entrar nas nossas vidas, já se alinham mil uma sobremesas impacientes esperando estar à altura do evento…
A proposta que vos trago hoje é muito simples e rápida de confecionar. Sofisticada quanto baste, é digna de uma taça do melhor champanhe!

Ingredientes para 4 pessoas:
.4 fatias finas de abacaxi (ou ananás)
.açúcar mascavado (mascavo) ou outro à sua escolha
.1/2 chávena (xícara) de framboesas (usei congeladas que guardei da última colheita)
.1 iogurte magro (desnatado)
.1 colher de sopa de mel
.1 colher de café de canela

Preparação:
O MOLHO
Ponha as framboesas esmagadas com o mel, o iogurte e a canela num tacho antiaderente e deixe apurar 3 a 4 minutos, mexendo sempre.
O ABACAXI
1. Corte o abacaxi em pedaços e polvilhe com o açúcar nos dois lados.
2. Num pirex, leve ao forno com o grill no máximo até começar a ficar dourado (cerca de 15 minutos).
3. Vire e deixe assar mais cerca de 15 minutos.
4. Cubra o fundo dos pratos de sobremesa com uma dose generosa de molho e disponha em cima os pedaços de abacaxi.
5. Deixe esfriar e sirva esta delícia digna da realeza!

Abraço festivo.
ChefAntónio

25/12/14

Existe um bolo sem açúcar, farinha ou gordura? Existe!

Ficou com este aspeto!

Nada melhor para se redimir dos excessos do Natal do que um bolo assim: fofo e saboroso sem ceder às tentações do açúcar, aos carboidratos da farinha ou às calorias da gordura.
Como bónus, tem ainda o facto de ser uma receita facílima de executar.

Ingredientes:
.6 maçãs
.1 banana
.3 ovos
.2 chávenas (xícaras) de aveia integral em flocos
.1 colher de sopa de fermento
.2 colheres de sopa de uvas passas (sem grainha)

Preparação:
1. No liquidificador, triture 4 maçãs sem casca, a banana e os ovos.
2. Junte o fermento, os flocos de aveia e as uvas e mexa bem.
3. Coloque numa forma antiaderente (ou numa tradicional forrada com papel vegetal untado com um fio de óleo vegetal) e cubra fatias de 2 maçãs.
4. Leve ao forno a 200º durante 35 minutos.
5. Polvilhe com canela, deixe arrefecer, desenforme e… bom apetite!
Nota: Encontrei esta interessante receita AQUI.

Mesmo sem açúcar, segue um abraço cheio de calor(ias)!
ChefAntónio

24/12/14

Que seja um bom Natal para todos!


Nesta época do ano, os corações amolecem e os sentimentos mais nobres emergem das almas. Embora depois tudo volte ao "normal", é importante saudar e estimular esta vaga temporária de solidariedade, empatia e amor ao próximo.
Para todos os ciberamigos que por forem passando, fica o desejo de um Natal cheio de rabanadas (de projetos) e um 2015 cheiinho de sonhos (recheados de esperança num futuro melhor)!

ChefAntónio
 P.s. A foto (tirada ontem na cozinha) é para abrir o apetite…

23/12/14

Rabanadas light… feitas no forno!

Até parecem fritas...

E se existisse uma rabanada com todo o sabor, metade das calorias e menos de um terço da gordura? Era bom, não era?
Alegre-se então, pois a receita de hoje dá-nos uma rabanada light feita no forno. Simples de fazer, é surpreendentemente deliciosa!
A tradição já não é o que era...

Ingredientes:
.4 fatias de pão de forma
.1 chávena (xícara) de leite magro (desnatado)
.1 colher de sopa de açúcar
.1 colher de chá de baunilha
.1 ovo inteiro
.1 clara
.óleo ou margarina para untar a forma

Preparação:
1. Mergulhe as fatias do pão uma a uma, no leite misturado com o açúcar e a baunilha.
2. Passe as fatias de pão no ovo inteiro batido com a outra clara.
3. Coloque-as num tabuleiro ou assadeira untada, deixando um espaço entre elas.
4. Leve ao forno pré-aquecido por cerca de 15 minutos.
5. Após este tempo, vire as rabanadas e deixe-as dourar por mais 5 minutos.
6. Polvilhe com uma mistura de açúcar e canela… e estão prontas!



E que seja um bom Natal para toooodooos vóooos!
ChefAntónio

Broinhas de batata-doce c/ licor de anis!

Ficaram assim!

Natal é uma época de broas. Para evitar corantes, conservantes, aromatizantes, etc., nada melhor do que fazer as suas próprias broas.

A receita que proponho não é difícil e o resultado compensa o trabalho. A suavidade da batata e do mel, o espírito da laranja e a intensidade do anis e da erva-doce fundem-se num hino aos sabores que ficam na memória. Uma de-lí-ci-a!
 
A receita original (que encontrei AQUI) era para a Bimby. Introduzi algumas adaptações, testei-a e aqui a deixa pronto a fazer a felicidade das suas papilas gustativas!

Ingredientes:
.400g de batata-doce (pesada descascada)
.250g de açúcar (usei amarelo)
.1 colher de sopa de azeite
.2 gemas
.100g de amêndoa triturada
.raspa de 2 laranjas
.125g de farinha de trigo + 125g de farinha de milho
.1 colher de chá de fermento
.1 colher de sopa de mel
.1 colher de café de erva-doce
.1 colher de sopa de licor de anis

Preparação:
1. Coza a batata-doce, partida em pedaços e sem casca, em água e sal (cerca de 20 minutos)
2. Misture bem o açúcar com as raspas da laranja.
3. Acrescente a batata cozida e bem quente e triture até formar um puré bem fino.
4. Junte a amêndoa, as gemas, o mel, o azeite e a erva-doce e misture bem.
5. Adicione aos poucos a farinha e o fermento e vá mexendo até obter uma massa homogénea.
6. Por fim, triture o preparado durante 1 minuto.
7. Deixe a massa repousar pelo menos 4 a 5 horas (ou de um dia para o outro).
8. Moldar as broas com as mãos untadas com óleo e leve ao forno 180º até que fiquem douradinhas (cerca de 25 minutos).

Abraço!
ChefAntónio

22/12/14

Conserva de cenoura: simples e saudável!

Ficou assim: linda e apetitosa!

Há quem não aprecie o sabor da cenoura, ignorando esta raiz rica em antioxidantes, vitaminas e fibras. A receita de hoje coloca-nos no prato "outra" cenoura, reinventada e com um sabor agridoce muito agradável. Um verdadeiro petisco!

Simples de confecionar, económica e saudável, esta é uma conserva muito versátil: pode ser consumida como entrada, acompanhar carnes grelhadas ou assadas no forno ou mesmo ser picada e adicionada a saladas e molhos.

Ingredientes:
.400 g de cenouras inteiras e sem a pele
.½ colher de chá de erva-doce
.4 dentes de alho esmagados em puré (ou picados)
.2 colheres de sopa azeite (de oliva)
.6 colheres de sopa de vinagre de maçã (pode ser do comum)
.1 colher de chá de orégãos (oréganos)
.1 colher de sopa de calaminta picada (pode usar poejo ou outra planta aromática que tenha em casa)
.água e sal

Preparação:
1. Coloque as cenouras em água a ferver (com sal e a erva-doce) e deixa-as cozer durante 8 minutos.
2. Mergulhe-as em água fria durante uns minutos e corte-as às rodelas finas (cerca de ½ cm).
3. Coloque-as num recipiente de vidro (com tampa) e junte-lhes todos os ingredientes.
4. Mexa bem para envolver as rodelas de cenoura com os sabores dos temperos e guarde de um dia para o outro.
5. A sua conserva está pronta a ser consumida. Guardada no frigorífico (geladeira), manter-se-á em ótimas condições durante 2 semanas.

Notas:
1. Vi a receita no canal 24kitchen (AQUI), tendo-lhe introduzido pequenos ajustamentos.
2. Pode ler um artigo sobre a calaminta AQUI.

Bom apetite!
ChefAntónio

21/12/14

Calaminta: já os Romanos a usavam!

Apesar do frio, cá no quintal, a calaminta é a rainha do viço!

A aromática calaminta herdou a designação do grego kalamínthe, significando bela (“kal”) menta (“mínthe”).

Muito utilizada na Idade Média, sobretudo com fins medicinais, a planta foi esquecida e reduzida a uma única função nalgumas zonas de Portugal, sobretudo no Sul: tempero de azeitonas. Por isso, é conhecida também como erva-das-azeitonas.
Há registos de ter sido usada por cozinheiros e médicos na antiga Roma e era consumida como uma bebida quente antes da chegada do chá à Europa.
No final do século XIX, as mulheres dos índios Ojibwe já a usavam, com o nome nativo de “Gajugensibug”, como chá para baixar a febre.
Na França, as folhas e os pequenos rebentos são usados como tempero, sendo cultivada normalmente entre outras ervas de cozinha. Tanto na França como na Inglaterra, tem reputação pelo seu valor medicinal. Miss Bardswell, no seu livro “The Herb Garden”, escreveu em 1928:
Antes do uso do chá chinês, os nossos camponeses tinham o hábito de preparar chá de nêveda, o qual diziam ser muito agradável ao paladar e muito mais saudável. É estimulante. A raiz, quando mastigada, diz-se que torna feroz e rixosa mesmo a pessoa mais gentil, e existe uma lenda sobre um certo carrasco que não conseguia reunir coragem ao ponto de enforcar alguém antes de beber o chá. As ratazanas detestam a planta, e não se aproximam dela mesmo que estejam cheias de fome”.
Curiosamente, na Ásia, usa-se há anos nos jardins zoológicos para acalmar os tigres e os leões.
Ultimamente, tem-se assistido a iniciativas visando a recuperação de plantas usadas no passado, entre elas a calaminta. Tenho alguns exemplares no meu quintal que não requerem grandes cuidados para crescerem (ver imagem).
Usos principais desta magnífica planta da família das hortelãs:
- como tempero de saladas e marinadas (não esquecendo as azeitonas como vimos);
- em infusões para gripes e constipações e para acalmar os problemas de estômago, dispepsias, flatulência e cólicas. A sua ação sedativa nos nervos completa as suas propriedades relaxantes.

Notas finais sobre a calaminta:
1. Tem um aroma mentolado e um sabor entre o poejo e os orégãos (oréganos).
2. Consta que existem cerca de vinte espécies, só no continente europeu.
2. Tem ainda mais uma designação: nêveda.

Bons usos da calaminta, mas sem mastigar a raiz…
ChefAntónio

Fontes consultadas:

20/12/14

Técnica pra descascar uma banana!

Afinal, parece que há uma técnica para descascar facilmente uma banana. Uma espécie ovo de Colombo com uma solução óbvia depois de a conhecermos…

Puxar a ponta de uma banana é a maneira mais fácil de a abrir.

Bom apetite com bananas descascadas de forma rápida e eficaz.
ChefAntónio
Ideia e imagem encontradas AQUI.

Massa de alho caseira para principiantes!

Acabadinha de fazer!

Esta é a receita mais simples de massa de alho que conheço. Apenas alho, azeite, um pouco de sal e orégãos. Quanto à preparação, nada de especial: basta triturar o ingredientes e já está!
Em relação a massa de alho que pode comprar já feita, com esta receita, pode escolher ingredientes de qualidade e reduzir significativamente o sal.

Ingredientes:
.300 g de alhos descascados
.20 g de sal
.azeite (de oliva) em quantidade equivalente ao volume dos alhos
.1 colher de sobremesa de orégãos (oréganos)

Preparação:
1. Coloque os alhos cortados grosseiramente num copo misturador com os orégãos e o sal.
2. Junte azeite até cobrir os alhos.
3. Triture tudo até obter uma massa uniforme e cremosa.
4. Coloque num recipiente de vidro de com tampa e guarde no frigorífico (geladeira).
5. A sua massa de alho está pronta e conservar-se-á durante meses.

Bom apetite!
ChefAntónio

18/12/14

Fitas de curgete em molho de iogurte c/ salmão fumado!

O jantar de ontem ficou assim...

Mais uma receita para o Natal. Para compensar os doces, proponho-vos uma entrada dietética. O sabor fumado do salmão casa na perfeição com a suavidade da curgete. A união é selada solenemente por um molho cremoso e pouco calórico.

Ingredientes para 4 pessoas:
.2 curgetes (abobrinhas) médias cortadas em tiras (ao comprido) com um descascador de legumes.
.água e sal
PARA O MOLHO:
.1 cebola média picada
.3 colheres de sopa de azeite (de oliva)
.1 iogurte magro (desnatado e sem açúcar adicionado)
.2 colheres de sopa de mostarda
.1 colher de sobremesa de cebolinho picado
.1 colher de café de pimenta-preta (do-reino) moída no momento
.1 colher de chá de mel
.1 pitada de sal

Preparação:
1. Numa frigideira antiaderente, estufe a cebola no azeite até ficar translúcida.
2. Junte os restantes ingredientes e deixe apurar em lume (fogo) baixo durante cerca de 10 minutos. Junte água se necessário e vá mexendo.
3. Reserve o molho.
4. Ponha as fitas de curgete num tacho com água (com um pouco de sal) a ferver com o lume no máximo. Passados 2 minutos, escorra as fitas e mergulhe-as de imediato em água fria para que parem de cozer. O tempo é contado a partir do momento em que a curgete é posta na água a ferver e não a partir do momento em que recomece a ferver.
5. Depois de escorrer muito bem as fitas, coloque-as no prato e regue-as com o molho (3 a 4 colheres de sopa).
6. Junte umas fatias de salmão fumado e tempere-as com um fio de azeite e umas gotas de vinagre balsâmico.
Obs.: Pode substituir o salmão por queijo fresco (branco) ou requeijão (também temperados com azeite e vinagre balsâmico), por um bife de peru ou de frango ou mesmo por uma conserva de peixe.

Bom apetite!
ChefAntónio

17/12/14

.Ketchup caseiro: todo o saber sem aditivos!


São muitos os apreciadores de ketchup. Embora tendo como ingrediente principal o saudável tomate, a produção industrial deste molho peca por excesso no açúcar (chega a atingir 30%) e no sal. Isto para não falar dos conservantes, corantes e estabilizadores (como o amido modificado).

A receita de hoje permite a obtenção de um produto muito saboroso, sem aditivos e com pouco açúcar (9% apenas) e pouco sal.
Como bónus, tem as vitaminas A e E, magnésio, cálcio, folato e potássio, além do licopeno, um potente antioxidante.
Descobri a receita AQUI (excelente site com propostas de receitas saudáveis), tendo introduzido algumas adaptações na lista de ingredientes e no final da preparação.

Ingredientes:
.1 kg de tomate maduro (sem pele e cortado aos pedacinhos)
.sumo (suco) de 1 laranja grande
.90 g (9 colheres de sopa) de açúcar amarelo ou mascavado (mascavo)
.10 cl de vinagre de maçã (pode ser o comum)
.2 cravinhos (cravos)
.1/2 colher de café de cominhos moídos
.1 colher de sobremesa de gengibre finamente ralado
.1 colher de chá de sementes de coentro
.3 dentes de alho esmagados
.4 colheres de sopa de azeite (de oliva)
.2 colheres de café de sal

Preparação:
1. Num tacho antiaderente, cozinhe os alhos no azeite quente durante 1 minuto sem deixar queimar.
2. Junte os tomates e deixe estufar em lume (fogo) médio durante 10 minutos.
2. Adicione todos os ingredientes e deixe cozinhar muito lentamente, em lume baixo, durante 30 minutos.
3. Triture o preparado, retifique o sal e deixe apurar mais 5 minutos. Se estiver muito líquido, junte um pouco de farinha de milho.
4. Depois de frio, guarde o seu ketchup num recipiente de vidro.
5. Guardada no frigorífico (geladeira), esta delícia conserva-se durante 10 dias em ótimas condições.

Informação complementar:
Acredita-se que o condimento tem sua origem na cultura chinesa, chamado de ketsiap (que significa molho), utilizado para acompanhar peixes. Na Malásia, uma outra versão deste mesmo molho tem o nome de kechap, que significa gosto. O catchup moderno foi idealizado pelo norte-americano Henry J. Heinz, que teve a ideia de incluir molho de tomate à fórmula. Heinz comercializou pela primeira vez o catchup em 1876.
Nota: Nem os dicionários brasileiros nem o VOLP da Academia Brasileira registam a grafia “catchup”.

Abraço.
ChefAntónio